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Mostrando postagens com marcador Opinião. Mostrar todas as postagens
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O que candidatos políticos devem evitar nas redes sociais

Ás vésperas das Eleições, candidatos políticos e seus assessores vêem as redes sociais e o marketing digital como a tábua de salvação para suas campanhas políticas. A coisa não é bem assim!

Manter um perfil nas redes sociais  não fará o candidato eleito, mas não estar presente pode atrapalhar e muito sua vida. Como esta será a primeira eleição em que será usada a internet em campanha política, o desconhecimento de como usar estas ferramentas é avassalador.
Veja algumas dicas do que os candidatos políticos devem evitar nas redes sociais
1. Se “seu” perfil realmente não for seu, isto é: se não for você quem posta, deixe claro para seus seguidores. Informe que o perfil embora tenha seu nome, são seus assessores quem postam as mensagens;
2. Não use seu perfil nas redes sociais com propósito eleitoreiro. Os candidatos políticos tem uma baixa taxa de adesão nas redes sociais. Seja você mesmo, socialize-se e interaja;
3. As redes sociais não devem ser usadas para barganhar votos, use-a para socializar sua marca pessoal.
4. As redes sociais devem ser usadas ao seu favor e não contra você!;
5. A maioria dos usuários das redes sociais são um público esclarecido e bem informado, não será pedindo voto que votaram em você. Exponha suas propostas políticas, sua visão acerca de diversos assuntos e não somente sobre política, as pessoas buscam por informação;
6. As redes sociais não devem ser usadas como palanque político onde os candidatos gritam aos quatro ventos toda aquela ladainha em época de eleição. Converse com as pessoas, responda a todos os que lhe questionarem, exponha suas ideias;
7. Use as redes sociais como um meio democrático que é, abra o espaço para o debate maduro, discuta temas relevantes, acrescente à vida das pessoas, você é alguém que trabalha em prol da sociedade; (ou pelo menos deveria ser!)
8. Não perca seu tempo batendo boca com seu oponente. Mostre “serviço”;
9. Ouça o que as pessoas tem pra dizer e considere todas elas. Use o debate para enriquecer seu plano de governo. De uma simples discussão, pode surgir uma grande idéia;
10. Saiba interagir até mesmo com quem tem uma postura ofensiva; O ofensor nem sempre está sem a razão;
11. Seja educado e não use de grosseria para responder a quem quer que seja, afinal de contas, você é uma pessoa pública;
12. Não bloqueie! O bloqueio pode ser um tiro no seu próprio pé.

Gastanças de Reis


Estamos no período de festas em nosso município. Réveillon em Aporá, Festa de Reis em Itamira. Bem, mas é tempo também de gastanças com artistas descompromissados com a nossa cultura. “Não tem dinheiro para saúde, para educação, para melhorar as ruas e avenidas”, mas tem para contratar bandas que custam “o olho da cara”. Um Município com pessoas vivendo em situação de extrema pobreza, os gastos abusivos com festas e  embelezamento de jardins é mais do que um absurdo, é uma verdadeira afronta ao povo que, todos os dias, paga seus impostos e gostaria de ver o dinheiro desses impostos empregado naquilo que deve ser prioritário.
- - A possibilidade da existência de corrupção em volta desses eventos é enorme, por que é sempre muito difícil você avaliar o real custo dessas festas. Você vê: o show do Harmonia do Samba naturalmente tem um cachê elevado, o show vai exigir uma segurança elevada, vai exigir iluminação no lugar e cara. Vai exigir com certeza um palco grande. Agora, o show de um zé mané, o show de uma figura desconhecida, ele tem valores que não são nem sequer com facilidade aferidos no mercado. 

Servidores públicos de Aporá pedem Socorro!!!!


De acordo com funcionários públicos de nosso município, os mesmos sofrem com a defasagem salarial nos últimos anos. A perda do poder de compra chega a níveis aterrorizantes se levados em consideração os índices de inflação dos preços ao consumidor. Ou seja, o reajuste salarial aplicado pelo governo anualmente não visa o aumento do salário e sim a correção das perdas salariais com a inflação dos preços ao consumidor, desta forma não reajustar o salário significa reduzi-lo de maneira disfarçada já que o servidor não conseguirá comprar as mesmas mercadorias que comprava antes sem a correção salarial.
Nos últimos anos o salário tem sido ajustado apenas para aqueles que recebem um salário mínimo (pois de acordo com a CLT, ninguém pode trabalhar recebendo remuneração salarial inferior ao piso mínimo) ou que recebem como prestadores de serviço autônomo, pois desta forma podem e tem o direito de estabelecer o valor de sua força de trabalho, situação esta que não ocorre com o cidadão ocupante de cargos superiores ao nível I regidos pelo defasado plano de cargos e salários de Aporá. De acordo com os servidores, a tabela de cargos e salários deveria constar dos seguintes valores caso a mesma sofresse as alterações necessárias desde 2010:


          Tabela consta reajuste salarial aplicados pelo governo federal em 2010 e 2011

De acordo com os cálculos na tabela acima podemos perceber o tamanho da perda salarial a qual são submetidos os servidores municipais regidos pela lei n. 125/2006 que deveria ser atualizada anualmente e como pode ser visto está defasada desde 2006, sedo acometido ao trabalhador migalhas sem critérios econômicos e sociais. Nós funcionários a serviço da educação, conseguimos a aprovação da lei n. 151 A/2007, que reajustou nossos salários e nos garante uma melhor situação que a dos demais, o que não significa que não estejamos vendo a situação de nossos colegas.
As perdas salariais chegam a 35% nos cargos de nível II e III, significa que estes servidores deixam de levar aproximadamente 1/3 dos alimentos que forneciam a suas famílias por causa de uma política salarial negligente. E o mais assustador de tudo é que a atual gestão é composta por funcionários públicos afastados temporariamente de suas funções para o exercício de cargos comissionados ou eletivos que temporariamente esqueceram-se de que poderão em breve voltar a receber o salário injusto imposto a seus colegas de profissão, inclusive o prefeito.
Em nome dos servidores públicos deste município, clamamos pela iniciativa dos políticos aporaenses para a solução e libertação destas pessoas que constituem a engrenagem mor da maquina pública aporaense. Inclusive espera-se que após a leitura deste artigo, você caro leitor, comente e dê sua opinião para que desta forma ajude no processo de construção de uma consciência moral e ética, quem sabe mostrando a nossos representantes os mesmos ergam seus derrières* dos acolchoados acentos legislativos e executivos e mostrem que não são cegos para os problemas sociais de nosso município. Não se espera aumento salarial e sim reajuste salarial, pois se supõe que os lideres escolhidos por nós saibam distinguir a diferença entre estes termos.
derrières* - termo francês para traseiro.



Autor: Crítico Social
Contato: criticosocial@live.com

Rivalidade Política não é o caminho


Em um dos artigos postados neste blog, um leitor fez a seguinte sugestão:
“Eu gostaria que o senhor (a) postasse uma matéria sobre a gestão do ex prefeito José Barros Evangelista (in memorian), inclusive sobre o trabalho da secretaria de educação, referida gestão e também a respeito da localização da escola indígena do município. Desde já, agradeço a atenção.”
Ficou subentendido o desejo de amenizar ou possivelmente tornar justificável a situação descrita no artigo sobre os cargos comissionados. Dando a este comentário o benefício da dúvida, escrevo hoje não sobre os gestores e entes políticos, mas sim, sobre um agente de corrupção passiva; o povo. Entristeço-me em dizer que o cidadão inconsciente das obrigações e direitos é que contribui diretamente com a corrupção e ineficiência da maquina pública aporaense.
Quando o eleitor justifica os erros de seu candidato ou autoridade política usando-se das falhas de gestões anteriores ele não só denigre sua imagem intelectual quanto condena seu município ao retrocesso. Como algo pode ser melhor quando é utilizado como parâmetros de avaliação algo que é tido como pior ou menos importante?
A gestão do Sr. José Barros evangelista não foi um marco de grandiosidade política, o mesmo respondeu processos, atrasava constantemente o pagamento dos servidores, e os cargos comissionados de coordenador de povoado foram criados por ele, no entanto, o Sr. Ivonei Raimundo dos Santos se beneficia dos vícios encontrados, e que foram propícios para os seus partidários.
 A secretaria de educação não mudou muito na ultima década, apenas substituiu-se a tirania e hipocrisia pela hipocrisia e tirania. Desta forma não se pode dizer que ambas foram ou estão sendo boas gestões para o município, e se olharmos para trás encontraremos um passado ainda mais obscuro, mas isso não significa que a população tenha de aceitar tudo que lhe for imposto com a justificativa de que antes era pior. Devemos sempre nos questionar ”no que pode melhorar?”, enquanto pensarmos de maneira mesquinha e pequena não contribuiremos em nada para o crescimento de Aporá e nem para a melhoria da qualidade de vida.
Os artigos publicados neste blog não tem o cunho eleitoreiro, apenas interessa despertar os leitores para o obvio; a necessidade de cobrança dos eleitores para com a prefeitura e câmara de vereadores. Não cabe aos formadores de opinião impor suas idéias, o verdadeiro formador de opinião traz os fatos e opiniões aos leitores e cabe aos mesmos despertar a sua consciência social e política. As criticas ao atual gestor e políticos não buscam denegrir suas respectivas imagens, mas sim, mostrar a realidade e fazer com que a população questione-se sobre a realidade social de nosso município e os fatores que contribuem para este quadro social.



Autor: Crítico Social
Contato: criticosocial@live.com

Educação; caminho para uma sociedade aporaense mais justa.





Não é segredo nem novidade o fato da educação contribuir para a melhoria da condição social dos municípios. No caso de Aporá, este conceito é ainda mais importante, trata-se de um município praticamente desprovido de industrialização e oportunidades de emprego.
É comum encontrarmos em nosso município famílias desestruturadas pela necessidade de seu provedor (pai de família) ausentar-se do seio de sua família em busca de emprego para garantir o sustento de seus familiares. Isso poderia ser evitado se os gestores de nosso município investissem mais o seu tempo em elaborar projetos de cunho econômico e social (e não projetos de interesse próprio) para gerar renda e empregos.
No entanto o que se caracteriza como emergencial é a situação da juventude aporaense. O que se pode dizer em relação a perspectivas dos jovens para com o mercado de trabalho é a oportunidade de um emprego público, que muitas vezes alcança-se à custa de negociatas e humilhações. É preciso buscar alternativas melhores para propiciar aos nossos jovens a chance de estabilizar-se financeiramente em sua terra natal.
Como educador aporaense, defendo uma educação através da vivencia e para a sobrevivência, o que diferencia-se totalmente do que tem sido praticado em Aporá. Devemos educar os jovens para que sejam cidadãos conscientes e que o conteúdo ministrado nas escolas possa ajudá-lo a conquistar sua independência econômica, social e principalmente intelectual. Como resposta a esta problemática, alguns municípios têm atuado através das secretarias de educação ação social e secretaria de agricultura.
Estas secretarias podem e devem elaborar projetos que tragam crescimento aos seus municípios e melhorias na qualidade de vida dos habitantes, e não apenas gerir o dinheiro enviado pelo governo federal. Programas como o bolsa família, distribuição de sementes e desfiles escolares embora atitudes louváveis, não são o suficientes para mudar a situação.
É imprescindível que secretarias como a de Educação (que na minha humilde opinião, pode-se caracterizar como latifúndio improdutivo na atual gestão), junto com a secretaria de Ação Social (que não deveria limitar-se apenas em gerir o Bolsa Família) elabore projetos de ação para profissionalização dos jovens que cursam o ensino médio, para que com a conclusão do curso o jovem tenha uma profissão. Desta forma, mesmo que ele opte por deixar o município, ele tenha uma chance de empregabilidade. Existem inúmeros projetos disponibilizados pelo governo federal onde o município entra com uma  pequena contrapartida orçamentária para sua implementação. No entanto estes projetos exigem trabalho e comprometimento por parte de seus gestores, e trabalho extra não é algo que interesse aos secretários de nosso município.
A secretaria de agricultura facilita e muito o acesso a programas como o PRONAF, no entanto faz-se necessário a capacitação técnica dos produtores rurais para que os mesmo potencializem sua capacidade de produção e empreendimento. Iniciativas como a criação de cooperativas podem trazer inúmeros benefícios para o município como indústrias de beneficiamento da produção agrícola, além de subsídios de empresas que oferecem contratos de compra garantida, onde o produtor tem a garantia de que seu produto será comercializado por preço pré estabelecido e livre das oscilações de mercado e especuladores.
Temos plena consciência de que em gestões passadas a situação era pior do que vivenciamos hoje, mas isso não pode ser argumento para o comodismo que vemos hoje. Este tipo de justificativa atribui-se apenas a pessoas desprovidas de consciência moral e ética, ou beneficiária do quadro social obscuro que vivemos.


Autor: Crítico Social
Contato: criticosocial@live.com

O que está por trás de alguns dos “Cargos Comissionados”?





“Antes de mais nada gostaria de agradecer a oportunidade concedida pelo blog “Olho Vivo” de expressar minha indignação e repudia pela forma desavergonhada com que atuam os políticos de nosso município. Que trazem a corrupção estampada em suas faces certos da ignorância de seus eleitores.”



Em um artigo anteriormente postado neste blog podemos constatar o tamanho da folha de pagamento inerente aos cargos comissionados que são nada mais nada menos, que cabides de emprego sustentados à custa do dinheiro público, pois mais da metade deles não tem efetivo exercício ou vantagem para o bom funcionamento e atendimento a população. Com exceção de cargos como secretarias que são a base da descentralização do poder ou pelos menos deveriam ser.
Não sei se passou despercebido o fato de que os cargos de coordenador de povoado são delegados a aspirantes políticos que fizeram campanha para o atual gestor, ou vereadores fracassados que venderam os votos de seus eleitores em troca de uma esmola mínima( perdão, salário mínimo) até a próxima eleição, quando retoma-se novamente a barganha de empregos fantasmas em troca do voto de eleitores ingênuos. Exemplo disso são os ilustres ex-vereadores:
·         Rita de Souza Negreiros, popularmente conhecida como Dona Ritinha, que recebe (perdão, trabalha) como coordenadora de povoado.

·         José correia de Souza, Chefe da Guarda Municipal, guarda esta que acredito que ninguém nunca viu falar ou viu algum fazendo ronda nas ruas de nosso município. Lembrando-se que aqueles que são concursados como vigilantes desconhecem a autoridade ou chefia do ilustre ex-vereador.

E os ilustres representantes do povo:
·         Jailson Dantas de Menezes, que diga-se de passagem não conseguiu se eleger mas consegui trocar seus votos por um emprego até a próxima eleição. (coordenador de povoado).
·         Rosimeire Santos Anjinho (popular Meire esposa de Turino, amigo pessoal de Babi.), que embora não tenha sido candidata e nem eleita a nada pelo povo, é coordenadora de povoado.
Estes são apenas exemplos, pois seria redundância de minha parte relatar as circunstancias as quais levaram o atual gestor a escolher os demais ocupantes dos cargos ditos comissionados. É triste acreditar na hipótese de que ninguém se deu conta desta situação, até quando os eleitores de nosso município vão continuar servindo de moeda de troca nas mãos de pessoas inescrupulosas?
Já que a câmara de vereadores aprovou a criação destes cargos, e os mesmo geram renda para algumas pessoas e oportunidades de emprego, por que não fazer com que estes cargos sejam eletivos? Ou seja, que os moradores dos povoados assim como na gestão do conselho tutelar, possam escolher seus representantes, nada mais justo para a cidadania que o povo possa eleger seu representante e que como critério para o cargo, o candidato seja morador do povoado em questão. Assim acabaria com a ditadura e negociata de agentes inescrupulosos e o favorecimento pessoal de amigos e aliados políticos.
A idéia de ter um representante com voz para levar ao topo da pirâmide hierárquica de nosso município as reivindicações populares é uma idéia formidável, se não fosse preenchida de vícios e ilicitudes. Não posso e nem quero discutir  aqui a necessidade ou não destes cargos, e sim a maneira como são ocupados e a ineficiência que apresentam seus ocupantes.
Desta forma fica aqui registrado o desafio ao atual gestor e seus simpatizantes a propor alternativas melhores para a situação descrita neste artigo ou adotar a seguinte sugestão: Fazer com que os cargos de coordenador de povoado só possam ser exercidos por moradores destes povoados e eleitos pelos seus habitantes de forma democrática e justa, a menos que os senhores não saibam o que é democracia.


Autor: Crítico Social
Contato: criticosocial@live.com

As festas das langeries ( Itamira e Aporá na sensualidade)

Para não haver ciúmes entre  Itamira e Aporá a prefeitura investiu "pesado" nas lingeries: 

                                 REVEILLON EM APORÁ 




Sutiã rendado












                            FESTA DE REIS EM ITAMIRA


Calcinha Preta